Quem sou eu

Sou, primeiro que tudo, mãe de três filhos. A minha família é o meu pilar e todas as escolhas são no sentido de nutrir essa prioridade.

Trabalho há 14 anos na área da alimentação saudável, como consequência dessa verdade. A minha mente curiosa e buscadora, tanto me inquieta como me move. Aprender e partilhar sempre fizeram parte de mim. Em adulta, essas características tomaram forma através do desenvolvimento de receitas, acompanhamento individual e formação de grupos.

Hoje, junto a esse percurso ferramentas que fazem sentido para mim: florais de Bach, herbalismo e alimentação.

@kewgardens

A minha visão

Acredito que a saúde cabe em todas as casas.

Por mais corrida que a vida seja, por mais curtos que sejam o dinheiro, o tempo ou a informação, há quase sempre espaço para melhorar alguma coisa dentro das nossas vontades e possibilidades.

Gosto muito de pessoas e, porque vivo uma vida rica e exigente, sei que nem sempre conseguimos viver o nosso ideal no momento. Por isso, acredito também na importância de reconhecermos que há mais do que o corpo — sem o deixarmos para trás. Estamos aqui para viver uma experiência terrena, e isso inclui todas as emoções, todos os altos e baixos, o bonito e o feio.

Cuidar do corpo e das emoções através da natureza, das plantas e de uma alimentação nutridora é, para mim, uma forma inteira de nos mantermos sãos num mundo louco.

Os meus clientes são únicos e respeito essa diversidade.

E quando se trata de acompanhamento, não existe nenhum igual.

O que faço

A alimentação continua a ser uma base importante do meu trabalho. Ao longo dos anos, explorei diferentes caminhos — do vegetarianismo à dieta paleolítica, da macrobiótica às abordagens anti-inflamatórias — e esse percurso ensinou-me tanto quanto qualquer livro.

Hoje, não sigo uma dieta específica. Interessa-me mais escutar o corpo do que obedecer a um rótulo. Acredito que o nosso veículo comunica connosco através das carências, dos excessos, do cansaço, da digestão, do apetite e da forma como reagimos ao que comemos.

Vejo a alimentação como uma ferramenta de leitura e de cuidado, não como um campo de fundamentalismos. Sem evangelização, sem rigidez, sem a ilusão de que existe uma única forma certa de comer bem.

Integro esse saber com as restantes ferramentas — florais de Bach e preparações herbais, não como soluções soltas, mas como apoio a um processo real de cuidado e transformação.

Interessa-me que cada proposta faça sentido na vida concreta de quem me procura — no corpo, na rotina, na história e nas possibilidades reais de cada casa.

Não acredito com promessas rápidas.
Aprecio intenção, processo e consciência sem atalhos.